quinta-feira, 7 de abril de 2011

Informação e entretenimento

A neo-imprensa ou imprensa rosa

O título deste blog pode soar estranho para uns, mas para outros nem tanto. As mudanças que vêm ocorrendo no jornalismo mundial atingiram a televisão brasileira e transformaram seu fazer jornalístico. Desataram o nó da gravata, tiraram o telepronto, trouxeram humor e leveza. E quem quer isso? Há quem interessa?

A sociedade está cansada de más notícias, de filhos matando pais, pais matando filhos, policiais tirando a vida de quem deveriam proteger, corrupção e colapso urbano. Eu também estou. Isso não quer dizer que preciso curar minhas frustrações com gracejos ou eufemismos. Quero rir e chorar quando for devido.

Inovações são necessárias, a tecnologia bate em nossa porta e precisamos ser homens do presente. Temos que ousar, precisamos ser ambiciosos, audaciosos. Só que mais uma vez o mercado dita a regra, audiência quantitativa não qualitativa.

Tempos idos, onde o entretenimento era uma parte e não o todo.

Vamos rir sim, mas não nos esqueçamos de chorar.

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